aqui você vai lê algumas poesias de meu primeiro livro de 1990 - O dente Cariado de Cristo
ENSEJO (oportunidade)
Adorar a todos
Ser adorado
Não adorar.
Querer tudo
Ser querido
Não querer.
A trágica conclusão
É que o ensejo
De ser burlado nunca explode.
Não ter tudo
Ter o não
E não ter.
Aceitar o sim
O sim ser aceito
Ou aceitar assim.
Temer o obscuro
O obscuro nos teme
E temo ser obscuro.
Tenha ensejo
Com pejo.
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HOMEM E MULHER (PSICOLOGIA)
Toda mulher é filha de um homem.
Todo homem busca uma mãe
Não uma mulher
Ou quem sabe um outro homem
Como a sua mãe.
Todo filho é parte
Homem e parte mulher.
Eles buscam a outra parte.
Eles acham homem para homem
E mulher para mulher.
Todo homem é filha de uma mulher.
Toda mãe busca um pai
Não um homem
Ou quem sabe uma outra mulher como o seu pai.
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DIFÍCIL HOLOFRASE
O zuário voluptuoso
Viga urinoso
Troposfera troiano
E o tomelista que estava ganhando
Foi trágico, sumarento, suntuoso.
Aconteceu um rumorejante
Em murmuro de vozes.
Sabatina foi cuidadoso
E ao sabatizar foi rarefeito
Foi muito festivo
Casar com o mar
E o politeísmo quis polonizar
Quis fazer, mas, não quis dar.
A Bahia virou mirtedo
Ficou com medo
E não quis mais falar.
Mas, veio o trevo aquático
Tornar-se menor virar mingú
Ficar com o nu.
Eu queria ser lipo
Do que ser rastejante.
Com essas minhas holofrases
Pouco exitantes.
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X MANDAMENTOS DE UM POETA
Uma amante por ano
Um poema por dia
Uma tristeza por mês
e boas companhias.
Uma decepção por ano
Uma frase por dia
Muitas tristezas na vida
E grandes alegrias.
Um título na letra
e uma dor de raiva e agonia.
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quinta-feira, 30 de julho de 2009
sábado, 6 de junho de 2009
Marcelo Girard
sejam bem vindos
ao meu blog aqui você
encontra algumas de minhas poesias
dos meus últimos3 livros
ao meu blog aqui você
encontra algumas de minhas poesias
dos meus últimos3 livros
(1990) - O dente Cariado de Cristo
(1999) - Raivódio - poesia mix
(2005) - O perfume do Átomo Marcelo Girard
gestor cultural http://www.jongobanto.com/
apresentador http://www.tvbangu.com.br/
cerimonialista http://www.lafestivita.com.br/
opoetapop@hotmail.com (21) 9776 10 51
Mudanças de palavras para trás
Para tirar o mel de dentro da abelha
Queimar o asfalto com uma centelha
Calcificar as pegadas na praia
Empurrar o chão antes que você caia
Jogar pela janela uma porta
Escolher pedra-sabão
- que imperfeitamente corta-
Navegar no sol do Everest
Juntar nos braços os raios do sul e do leste
Ter de volta a fraqueza dos porões
A estranheza de mudar para trás.
Talvez o erro esteja na escolha:
Não se deixe levar pelo o que te toca
- vento carregando a bolha!-
Seja vidro moido na roca
Água fervendo no vapor que borbulha
Tinta forte da frágil amora
Borboleta que se auto-orgulha.
Transformaçao é se estar fora.
Queimar o asfalto com uma centelha
Calcificar as pegadas na praia
Empurrar o chão antes que você caia
Jogar pela janela uma porta
Escolher pedra-sabão
- que imperfeitamente corta-
Navegar no sol do Everest
Juntar nos braços os raios do sul e do leste
Ter de volta a fraqueza dos porões
A estranheza de mudar para trás.
Talvez o erro esteja na escolha:
Não se deixe levar pelo o que te toca
- vento carregando a bolha!-
Seja vidro moido na roca
Água fervendo no vapor que borbulha
Tinta forte da frágil amora
Borboleta que se auto-orgulha.
Transformaçao é se estar fora.
Verde fruto ressecado
Sou saudosista e triste
Vivo no brilho envelhecido
Meninas que amei são senhoras
De fotos revistas nada existe.
Quem critiquei me adora
Pensamentos enrugaram
Amigos me esqueceram
Sonhos não me sugam
Meus poemas me leram.
Desta praça, o mundo passa
A criança corre da babá
Estudantes se sutiã
Mostram sua graça.
Tampo o sorriso
o cachecol de lã.
Envelhecer não foi minha escolha.
É fim de tarde de inverno
Recolho meu surrado terno
E escrevo seu nome com uma folha.
Vivo no brilho envelhecido
Meninas que amei são senhoras
De fotos revistas nada existe.
Quem critiquei me adora
Pensamentos enrugaram
Amigos me esqueceram
Sonhos não me sugam
Meus poemas me leram.
Desta praça, o mundo passa
A criança corre da babá
Estudantes se sutiã
Mostram sua graça.
Tampo o sorriso
o cachecol de lã.
Envelhecer não foi minha escolha.
É fim de tarde de inverno
Recolho meu surrado terno
E escrevo seu nome com uma folha.
Sai desse corpo que não te pertene
Faça o amor te recuperar
O coração que bate é o que pode sangrar.
Pára de pedir a Deus;
A mão que ora também é do adeus.
Tenha esperança no olhar;
Quem vê pode revelar.
Seja sincero nas palavras;
Quem você mata será suas larvas.
Dê carinho pelas mãos;
Afago verdadeiro jamais é pago.
Ama a si mesmo;
Auto-estima vem de baixo para cima
Nem em pensamentos minta;
Sinta o peso de viver indefeso.
Nunca se apague nas trevas;
Finja que não está aceso.
Viva ao lado de sua família;
Acredite no tesouro dessa ilha
siga o que é bom sem se humilhar.
Reaja se apanhar, mas sem rebater,
Pra não perder tempo de levantar.
Continue sua evolução,
Que nada mas é
Do que fazer da fé
Uma silenciosa revolução.
O coração que bate é o que pode sangrar.
Pára de pedir a Deus;
A mão que ora também é do adeus.
Tenha esperança no olhar;
Quem vê pode revelar.
Seja sincero nas palavras;
Quem você mata será suas larvas.
Dê carinho pelas mãos;
Afago verdadeiro jamais é pago.
Ama a si mesmo;
Auto-estima vem de baixo para cima
Nem em pensamentos minta;
Sinta o peso de viver indefeso.
Nunca se apague nas trevas;
Finja que não está aceso.
Viva ao lado de sua família;
Acredite no tesouro dessa ilha
siga o que é bom sem se humilhar.
Reaja se apanhar, mas sem rebater,
Pra não perder tempo de levantar.
Continue sua evolução,
Que nada mas é
Do que fazer da fé
Uma silenciosa revolução.
Nada é como se quer
O colibri tenta a flor desenhada no muro
Deus (não) julga o ontem
A folha não cai no dia marcado
É da água repartir a pedra com o furo
E desfazer pegadas no cimento fresco.
Fotografias são imagens do texto!
Nem as mãos do escravo
Sentem o filho nos braços
E ninguém sabe como serão do bebê os traços
E a lágrima que escorre do cego
Não reflete o sol do lago.
A força (não) obedece ao mago!
Ridículo!
O invisível da fé preenche tudo
Ácaros comem o caro linho
O carrasco na forca eu acudo
E o pecado se vinga sozinho.
Minta sempre no que veja
Não deixe que a verdade te iluda
Pois quando você quer
A lei do universo muda.
Deus (não) julga o ontem
A folha não cai no dia marcado
É da água repartir a pedra com o furo
E desfazer pegadas no cimento fresco.
Fotografias são imagens do texto!
Nem as mãos do escravo
Sentem o filho nos braços
E ninguém sabe como serão do bebê os traços
E a lágrima que escorre do cego
Não reflete o sol do lago.
A força (não) obedece ao mago!
Ridículo!
O invisível da fé preenche tudo
Ácaros comem o caro linho
O carrasco na forca eu acudo
E o pecado se vinga sozinho.
Minta sempre no que veja
Não deixe que a verdade te iluda
Pois quando você quer
A lei do universo muda.
Portal para a segunda realidade
Bem perto daqui existe um lugar
Onde o poste flutua
A virgem anda nua
pesssoas-mutantes voam no zepelim
Todo mundo trabalha em casa
Ninguém sai sem cpa de plástico
Crianças compram asas.
Isso não é fantástico !
A lua é uma cavidade
Pontes subaquáticas se elevam
Quem tem dinheiro se congela
Nos países pretos nevam
Espíritos morrem virando carne de vela.
A redoma de vidro gigante purifica o ar
Um novo gás colorido solidifica
Lá é outro cá !
Homens conversam com animais
Frutas legumes e verduras na estufa
Células nascem com personalidade
Pranchas voadora e turbinadas pantufas
Nada vive sem rastreamento
A paz buscada é de todos para cada
O Sol tem termômetro e bina
Nuvens provocadas por curto
E televisão de retina.
Virtualmente
Sonhar é dar um surto
Ou pular no abismo
Pra cair em cima.
Onde o poste flutua
A virgem anda nua
pesssoas-mutantes voam no zepelim
Todo mundo trabalha em casa
Ninguém sai sem cpa de plástico
Crianças compram asas.
Isso não é fantástico !
A lua é uma cavidade
Pontes subaquáticas se elevam
Quem tem dinheiro se congela
Nos países pretos nevam
Espíritos morrem virando carne de vela.
A redoma de vidro gigante purifica o ar
Um novo gás colorido solidifica
Lá é outro cá !
Homens conversam com animais
Frutas legumes e verduras na estufa
Células nascem com personalidade
Pranchas voadora e turbinadas pantufas
Nada vive sem rastreamento
A paz buscada é de todos para cada
O Sol tem termômetro e bina
Nuvens provocadas por curto
E televisão de retina.
Virtualmente
Sonhar é dar um surto
Ou pular no abismo
Pra cair em cima.
Sinceridade virou defeito
Povo brasileiro não seja criança
É claro que venderam a copa da França.
Brasil colonizado pela portuguesa corja
Escravos vendidos como produtos de loja.
Quando eu minto ninguém me lincha
Concorde. Pelé aprendeu com garrincha.
Submarinos nucleares enfeitando o cais
Eperando, algum dia, guerrear pela paz.
Essa verdade não me deixa
Paulo Coelho é clone de Raul Seixas
A igreja católica não vende seu tesouro
pois a fome do mundo vale ouro.
Os ovnis não quere pousar
Morrem de medo de nnguém aceitar.
Não se fala mais em romantismo
Comem calados a bosta dos loucos.
Globlização: terrorismo que me explode aos poucos!
Acham feio ser sincero e puro ?!
Não desce Tio Sam, eu não te engulo.
É claro que venderam a copa da França.
Brasil colonizado pela portuguesa corja
Escravos vendidos como produtos de loja.
Quando eu minto ninguém me lincha
Concorde. Pelé aprendeu com garrincha.
Submarinos nucleares enfeitando o cais
Eperando, algum dia, guerrear pela paz.
Essa verdade não me deixa
Paulo Coelho é clone de Raul Seixas
A igreja católica não vende seu tesouro
pois a fome do mundo vale ouro.
Os ovnis não quere pousar
Morrem de medo de nnguém aceitar.
Não se fala mais em romantismo
Comem calados a bosta dos loucos.
Globlização: terrorismo que me explode aos poucos!
Acham feio ser sincero e puro ?!
Não desce Tio Sam, eu não te engulo.
Lama rosa
Deitados no tapete de jambo
Roupas com cobertura de grama
Pernas coreografando tango
Neve rosa caindo na lama
Um perigo que não se aguenta
Amor tropical nova-iorquino
Maldita posição
- que você não senta-
Selvagem, arranca pedaços de madeira.
Enterra flores, o batom perde as cores.
Sobe na cadeira, te faço mamadeira.
Tua saliva me atrita
O coração pulsa,bate,grita.
A sombra gosta e imita
O sol pinga em gotas de fogo da pele
E sensível até um sopro carinhoso fere.
Absorção total, alma respirando mal.
Lembranças de um ato canibal.
Roupas com cobertura de grama
Pernas coreografando tango
Neve rosa caindo na lama
Um perigo que não se aguenta
Amor tropical nova-iorquino
Maldita posição
- que você não senta-
Selvagem, arranca pedaços de madeira.
Enterra flores, o batom perde as cores.
Sobe na cadeira, te faço mamadeira.
Tua saliva me atrita
O coração pulsa,bate,grita.
A sombra gosta e imita
O sol pinga em gotas de fogo da pele
E sensível até um sopro carinhoso fere.
Absorção total, alma respirando mal.
Lembranças de um ato canibal.
Conceito maluco
Minha vó pegou AIDS
Meus irmãos venderam a herança
As reuniões de domingo não existem
Ninguém pede mais benção na mão.
No ônibus as mulheres ficam em pé
Os homens deixam os filhos na escola
A conta do motel é dvidida
E as mulheres querem jogar bola.
Mulher fo da cama não leva tapa
Mendigo ganha mais de um salário
Catando papelão, vendendo lata
Padre bebendo socialmente não é insulto
O garotão deixa a coroa sem data
Criançs se vestem como adulto.
Médicos estudam pra receitar
Homeopatia indígena
Dono de funerária mata pra ter cliente
Bebemos águas de cocô
Negro é quase gente
E quem dá porrad não sente dor.
Meus irmãos venderam a herança
As reuniões de domingo não existem
Ninguém pede mais benção na mão.
No ônibus as mulheres ficam em pé
Os homens deixam os filhos na escola
A conta do motel é dvidida
E as mulheres querem jogar bola.
Mulher fo da cama não leva tapa
Mendigo ganha mais de um salário
Catando papelão, vendendo lata
Padre bebendo socialmente não é insulto
O garotão deixa a coroa sem data
Criançs se vestem como adulto.
Médicos estudam pra receitar
Homeopatia indígena
Dono de funerária mata pra ter cliente
Bebemos águas de cocô
Negro é quase gente
E quem dá porrad não sente dor.
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